{"id":729,"date":"2016-08-22T18:14:26","date_gmt":"2016-08-22T21:14:26","guid":{"rendered":"http:\/\/judonacional.com\/?p=729"},"modified":"2016-08-22T18:14:26","modified_gmt":"2016-08-22T21:14:26","slug":"time-brasil-bate-recorde-de-medalhas-e-fica-a-tres-conquistas-do-top-10","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/judonacional.com\/?p=729","title":{"rendered":"Time Brasil bate recorde de medalhas e fica a tr\u00eas conquistas do Top 10"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-731 alignleft\" src=\"http:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/time-brasil.jpg\" alt=\"time-brasil\" width=\"237\" height=\"294\" \/><strong>Brasil fica na 12\u00aa coloca\u00e7\u00e3o do quadro total de medalhas com 19 conquistas, sendo 7 de ouro.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os Jogos Ol\u00edmpicos Rio 2016 chegaram ao fim, e a maior delega\u00e7\u00e3o brasileira na hist\u00f3ria da competi\u00e7\u00e3o se despediu com o recorde de 19 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze. O Time Brasil alcan\u00e7ou uma in\u00e9dita 12\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no quadro geral de medalhas. Nos \u00faltimos Jogos Ol\u00edmpicos, em Londres 2012 e Pequim 2008, o Brasil obteve tr\u00eas ouros. Agora, este n\u00famero mais do que dobrou, culminando com a brilhante conquista do v\u00f4lei masculino, no Maracan\u00e3zinho. O maior n\u00famero de ouros, anteriormente, era de cinco medalhas douradas, em Atenas 2004. No Rio de Janeiro, o Brasil aumentou ainda o n\u00famero de modalidades no p\u00f3dio, um dos maiores objetivos do planejamento estrat\u00e9gico do Comit\u00ea Ol\u00edmpico do Brasil (COB). Atletas de 12 modalidades conquistaram medalhas, enquanto que na edi\u00e7\u00e3o anterior foram nove e em Pequim 2008, oito. O Time Brasil ficou a apenas tr\u00eas medalhas de atingir a meta de ficar entre os dez primeiros pa\u00edses pelo n\u00famero total de medalhas no Rio 2016. O d\u00e9cimo colocado pelo total de medalhas foi o Canad\u00e1, com 22 medalhas e o 11\u00ba ficou com a Coreia, com 21. A Holanda, com 19 medalhas, ficou empatada com o Brasil.<\/p>\n<p>\u201cTemos o dever cumprido. Tivemos um Jogos Ol\u00edmpicos com caracter\u00edsticas que j\u00e1 estamos sentindo e falando h\u00e1 algum tempo, que \u00e9 a diversifica\u00e7\u00e3o de resultados. Pa\u00edses que ganharam medalhas pela primeira vez na hist\u00f3ria e tamb\u00e9m os primeiros a participarem de finais. Os Jogos Ol\u00edmpicos v\u00eam trazendo essa universalidade de uma maneira muito intensa e cada vez mais em benef\u00edcio da juventude e dos futuros atletas. Os atletas brasileiros foram espetaculares em todos os sentidos e isso vai abrir as portas que sempre desejamos para o futuro do esporte brasileiro, com modalidades que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o t\u00ednhamos popularidades mas tivemos resultados importantes e a torcida presente\u201d, afirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-732 alignleft\" src=\"http:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil1-300x171.jpg\" alt=\"timebrasil1\" width=\"300\" height=\"171\" srcset=\"https:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil1-300x171.jpg 300w, https:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil1.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Sobre a meta do COB, Nuzman completou: \u201cO objetivo n\u00e3o \u00e9 meramente num\u00e9rico, \u00e9 o todo, abrangendo o que vai ficar de legado. E acho que o reconhecimento feito ao trabalho do Time Brasil, em termos nacionais e internacionais, \u00e9 altamente favor\u00e1vel. \u00c9 um contexto de finais e de quartos e quintos lugares, que refletem a qualidade do trabalho que foi feito pelo COB e pelas Confedera\u00e7\u00f5es Brasileiras Ol\u00edmpicas\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O Chefe da Miss\u00e3o Brasileira no Rio 2016, Bernard Rajzman, lembrou que a meta era propositadamente ousada. \u201cO COB determinou uma meta dif\u00edcil e ousada com a inten\u00e7\u00e3o de elevar os resultados hist\u00f3ricos do Time Brasil em Jogos Ol\u00edmpicos. A meta tem um foco num\u00e9rico, mas o planejamento do COB proporcionou a melhor prepara\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria. Isso possibilitou a cada atleta condi\u00e7\u00f5es para que buscassem os melhores resultados de suas carreiras. De uma forma geral a meta aponta o n\u00famero total de medalhas mas para o COB tem outra abrang\u00eancia, como n\u00famero de modalidades medalhistas, participa\u00e7\u00f5es em finais e semifinais. Nesses quesitos tivemos muito \u00eaxito, assim como chegamos bem pr\u00f3ximos ao TOP 10 no quadro geral de medalhas\u201d, afirmou Bernard Rajzman, Chefe de Miss\u00e3o do Time Brasil no Rio 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos Jogos Rio 2016, o Time Brasil conquistou medalhas em 12 modalidades: atletismo, boxe, canoagem velocidade, futebol, gin\u00e1stica art\u00edstica, jud\u00f4, maratonas aqu\u00e1ticas, taekwondo, tiro esportivo, vela, v\u00f4lei e v\u00f4lei de praia. Canoagem e maratona aqu\u00e1tica nunca haviam trazido medalhas para o pa\u00eds. Al\u00e9m disso, foram in\u00fameros destaques esportivos do Time Brasil no Rio 2016. As tr\u00eas medalhas de Isaquias Queiroz, algo in\u00e9dito na hist\u00f3ria ol\u00edmpica brasileira, o primeiro ouro do boxe e do futebol masculino, a medalha do tiro esportivo depois de quase 100 anos, entre outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro ponto positivo da campanha brasileira nesta edi\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica foi o aumento de 49% de participa\u00e7\u00f5es em finais ol\u00edmpicas em rela\u00e7\u00e3o a Londres 2012. Foram 71 finais no Rio de Janeiro e 36 nos Jogos passados. Al\u00e9m disso, o Time Brasil ficou em 4\u00ba ou 5\u00ba lugares em 24 disputas de 13 modalidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil realizou o melhor trabalho de prepara\u00e7\u00e3o de uma delega\u00e7\u00e3o em Jogos Ol\u00edmpicos e isso possibilitou o melhor resultado da hist\u00f3ria do pa\u00eds.\u00a0 Esse trabalho e investimento seguir\u00e3o repercutindo em resultados no pr\u00f3ximo ciclo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO aumento expressivo de modalidades medalhistas, n\u00famero de finais e semifinais no Rio 2016 mostram a evolu\u00e7\u00e3o do esporte brasileiro, assim como o n\u00famero de medalhas conquistadas no evento. Na nossa concep\u00e7\u00e3o, uma pot\u00eancia ol\u00edmpica est\u00e1 no Top 10 do quadro geral de medalhas e conquista medalhas em mais de 10 modalidades. Conquistamos medalhas em 12 modalidades e chegamos muito pr\u00f3ximo do Top 10. O COB trabalha para que o Brasil seja uma pot\u00eancia ol\u00edmpica e estamos no caminho certo\u201d afirmou Marcus Vin\u00edcius Freire, diretor executivo de Esportes do COB.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O COB implementou um Plano Estrat\u00e9gico em 2009, quando o Brasil conquistou o direito de sediar os Jogos Ol\u00edmpicos. Ainda no ciclo ol\u00edmpico passado, o COB preparou, com a ajuda das Confedera\u00e7\u00f5es Brasileiras Ol\u00edmpicas, um guia para o desenvolvimento sustent\u00e1vel de todas as modalidades ol\u00edmpicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dentro do planejamento estrat\u00e9gico do COB, um dos pilares da prepara\u00e7\u00e3o do Time Brasil para os Jogos Rio 2016 foi a prepara\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, f\u00edsica e mental e a estrutura\u00e7\u00e3o esportiva das equipes brasileiras, a partir de sete a\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas: suporte para treinamentos e competi\u00e7\u00f5es; utiliza\u00e7\u00e3o das Ci\u00eancias do Esporte; apoio a atletas e aos t\u00e9cnicos brasileiros; disponibiliza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os m\u00e9dicos e fisioterap\u00eauticos; aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos esportivos; contrata\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos estrangeiros; e monitoramento de resultados internacionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o de treinadores qualificados no processo de prepara\u00e7\u00e3o de atletas e equipes \u00e9 condi\u00e7\u00e3o fundamental para o sucesso de uma campanha em competi\u00e7\u00f5es como Campeonatos Mundiais, Jogos Ol\u00edmpicos e Jogos Pan-americanos. Por essa raz\u00e3o, a valoriza\u00e7\u00e3o dos treinadores, brasileiros ou estrangeiros, foi um dos pilares estrat\u00e9gicos do COB neste ciclo ol\u00edmpico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Durante o ciclo, cerca de 55 t\u00e9cnicos estrangeiros trabalharam com as equipes brasileiras, atrav\u00e9s de recursos da Lei Agnelo\/Piva, e muitos deles foram respons\u00e1veis pelos bons resultados brasileiros nos Jogos. O brasileiro Torben Grael (vela), o espanhol Jes\u00fas Morl\u00e1n (canoagem), a japonesa Yuko Fuji (jud\u00f4), o croata Ratko Rudic (polo aqu\u00e1tico) e o t\u00e9cnico de gin\u00e1stica art\u00edstica Alexander Alexandrov (R\u00fassia) s\u00e3o contratados diretamente pelo COB e cedidos \u00e0s Confedera\u00e7\u00f5es, atuando nas equipes ol\u00edmpicas do Brasil.<\/p>\n<p>Dos oito atletas participantes do Projeto Viv\u00eancia Ol\u00edmpica Londres 2012 que estiveram no Rio 2016, quatro conquistaram medalhas: Thiago Braz, Martine Grael, Felipe Wu e Isaquias Queiroz (3). Os outros quatro (Hugo Calderano, Rebeca Andrade, Bernardo Oliveira e Lais Nunes) tiveram bons desempenhos na competi\u00e7\u00e3o. A bem-sucedida experi\u00eancia do Viv\u00eancia Ol\u00edmpica de Londres foi repetida no Rio de Janeiro. O COB proporcionou a 20 atletas com potencial de participa\u00e7\u00e3o nos Jogos Ol\u00edmpicos T\u00f3quio 2020 para antecipar sua experi\u00eancia ol\u00edmpica. A rotina dos atletas incluiu acompanhamento dos treinos e das competi\u00e7\u00f5es de sua modalidade, visita \u00e0 Vila Ol\u00edmpica e ao Espa\u00e7o Time Brasil, entre outras atividades. Para selecionar os atletas, o COB e as Confedera\u00e7\u00f5es identificaram jovens com hist\u00f3rico de resultados nas categorias de base, em alguns casos j\u00e1 na categoria adulta, e com potencial de evolu\u00e7\u00e3o at\u00e9 os Jogos Ol\u00edmpicos T\u00f3quio 2020. O projeto foi voltado apenas para atletas de modalidades individuais ou em dupla e que nunca participaram de Jogos Ol\u00edmpicos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em conjunto com as Confedera\u00e7\u00f5es Brasileiras Ol\u00edmpicas, o COB definir\u00e1 a meta para os pr\u00f3ximos Jogos Ol\u00edmpicos, em T\u00f3quio 2020. Contudo, o COB j\u00e1 tem um plano h\u00e1 dois anos chamado 20\/24, coordenado por Sebastian Pereira, gerente de Performance Esportiva, j\u00e1 olhando para T\u00f3quio. \u201cAl\u00e9m desses meninos e meninas que j\u00e1 foram identificados e vivenciaram o clima ol\u00edmpico, n\u00f3s iremos observar bem essa gera\u00e7\u00e3o que ir\u00e1 competir nos Jogos Ol\u00edmpicos da Juventude Buenos Aires 2018 para que os destaques tenham o suporte necess\u00e1rio para chegar a T\u00f3quio 20\u201d, disse Sebastian Pereira. Aqui no Rio 2016 tivemos cerca de 70% de atletas estreantes que ser\u00e3o a base da participa\u00e7\u00e3o brasileira em T\u00f3quio\u201d, completou Sebastian.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o dos Jogos Ol\u00edmpicos no Rio de Janeiro deixar\u00e1 uma s\u00e9rie de benef\u00edcios para o esporte nacional. \u201cO Brasil tem hoje profissionais muito qualificados, em todos os setores do esporte. Treinadores, gestores, cientistas, m\u00e9dicos, psic\u00f3logos,\u00a0 fisioterapeutas, etc. Firmamos o conceito de equipes multidisciplinares, indispens\u00e1veis para condu\u00e7\u00e3o do esporte de alta performance. A movimenta\u00e7\u00e3o natural, em torno de um ciclo ol\u00edmpico, desenvolvido dentro do pa\u00eds, deu uma visibilidade in\u00e9dita \u00e0s 42 modalidades do programa dos Jogos. Foram sete anos de investimentos, que proporcionaram a constru\u00e7\u00e3o de centros de treinamento e instala\u00e7\u00f5es esportivas espalhadas por todo o pa\u00eds\u201d, analisou Jorge Bichara, gerente geral de Performance Esportiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-730 alignleft\" src=\"http:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil-300x188.jpg\" alt=\"timebrasil\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil-300x188.jpg 300w, https:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil.jpg 640w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>O custo aproximado da Miss\u00e3o Brasileira nos Jogos Ol\u00edmpicos Rio 2016 foi de R$ 15 milh\u00f5es. O valor investido pelo COB no esporte de alto rendimento neste ciclo ol\u00edmpico foi de aproximadamente R$ 700 milh\u00f5es, oriundos principalmente da Lei Agnelo\/Piva (recursos oriundos das Loterias Federais). Para a gerente de Planejamento Esportivo do COB, Adriana Behar, \u00e9 importante que os investimentos no esporte sejam mantidos. \u201cFinalizados os Jogos, vamos nos reunir com as Confedera\u00e7\u00f5es, avaliar o resultado do trabalho e a partir da\u00ed desenhar o planejamento para T\u00f3quio 2020. Devemos lembrar que entrar\u00e3o novas cinco novas modalidades no pr\u00f3ximo ciclo ol\u00edmpico, o que exigir\u00e1 uma nova distribui\u00e7\u00e3o de recursos da Lei Agnelo\/Piva. De qualquer forma, \u00e9 important\u00edssimo que investimentos do Minist\u00e9rio do Esporte como o Bolsa Atleta e o Bolsa P\u00f3dio sejam mantidos. Esse apoio trouxe maior tranquilidade para os atletas treinarem, e a expectativa de todos \u00e9 que sejam mantidos para T\u00f3quio 2020\u201d, explicou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-733\" src=\"http:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil2-300x197.jpg\" alt=\"timebrasil2\" width=\"300\" height=\"197\" srcset=\"https:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil2-300x197.jpg 300w, https:\/\/judonacional.com\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/timebrasil2.jpg 599w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>Confira abaixo os medalhistas ol\u00edmpicos do Time Brasil nos Jogos Rio 2016:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ouro:<\/strong> Thiago Braz (atletismo \u2013 salto com vara), Robson Concei\u00e7\u00e3o (boxe), Alisson e Bruno Schmidt (v\u00f4lei de praia), Rafaela Silva (jud\u00f4), Kahena Kunze e Martine Grael (vela \u2013 49er FX), Sele\u00e7\u00e3o masculina de futebol e sele\u00e7\u00e3o masculina de v\u00f4lei.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Prata:<\/strong> Isaquias Queiroz (canoagem velocidade \u2013 C1 1000), Isaquias Queiroz e Erlon Souza (canoagem velocidade C2 1000), Arthur Zanetti (gin\u00e1stica art\u00edstica \u2013 argolas), Diego Hip\u00f3lito (gin\u00e1stica art\u00edstica \u2013 solo), Felipe Wu (tiro esportivo \u2013 pistola de ar 10m) e Agatha e Barbara (v\u00f4lei de praia).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bronze<\/strong>: Isaquias Queiroz (C1 200), Arthur Nory (gin\u00e1stica art\u00edstica \u2013 solo), Rafael Silva (jud\u00f4 &#8211; acima de 100kg) e Poliana Okimoto (maratona aqu\u00e1tica),\u00a0Mayra Aguiar (jud\u00f4 \u2013 at\u00e9 78kg) e Maicon Siqueira (taekwondo \u2013 mais de 80kg).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Fonte:\u00a0<\/b><strong>Comunica\u00e7\u00e3o do COB &#8211;\u00a0<a href=\"mailto:imprensa@cob.org.br\">imprensa@cob.org.br<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil fica na 12\u00aa coloca\u00e7\u00e3o do quadro total de medalhas com 19 conquistas, sendo 7 de ouro. 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